Defesa Ativa de IA
A sua política de uso de IA diz o que a equipe pode fazer. No teclado, porém, uma folha de regras não impede nada: é preciso uma camada técnica que aja no instante em que o dado tenta sair para uma inteligência artificial.
A Defesa Ativa de IA é essa camada: bloqueia o envio de dado sensível para uma IA, controla o acesso às ferramentas aprovadas e protege os assistentes de IA que executam tarefas contra desvio e instrução maliciosa. E a Zamak a opera sobre o arsenal de defesa que a sua empresa já usa, sem trocar o que você tem.
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Loja · Defesa e Governança de IA
Se um funcionário colar agora o dado mais sensível da empresa numa IA pública, o que impede?
A sua empresa provavelmente já tem uma política de uso de IA, ou pelo menos a intenção de ter uma. Mas a política é uma folha de regras, e o risco não acontece na folha: ele acontece no instante em que um funcionário cola um contrato, um código-fonte ou a base de clientes numa inteligência artificial pública para adiantar o trabalho. Nesse segundo, o dado sai da sua empresa e não volta. Se, nesse momento exato, nada no computador dele age, a regra existe e o vazamento também. A Defesa Ativa de IA fecha essa distância entre o que a política diz e o que de fato acontece no teclado.
A injeção de instruções maliciosas (prompt injection) é o risco número um das aplicações de IA, segundo o OWASP, a principal referência mundial em segurança de aplicações, que a manteve no topo da sua lista de 2025.
Cerca de três em cada quatro pessoas que usam IA colam conteúdo direto nos assistentes, e cerca de um em cada cinco desses envios contém dado pessoal ou de cartão, segundo a Cyberhaven: cada colar é uma pequena fuga que passa por fora das defesas tradicionais.
16% das violações de dados em 2025 já envolveram atacantes usando IA, e a IA não-sancionada apareceu em uma a cada cinco violações, somando em média US$ 670 mil ao custo. Fonte: IBM, Cost of a Data Breach.
A Defesa Ativa de IA é a resposta técnica para aquela pergunta: uma camada que age no navegador e no dispositivo, exatamente onde o uso de IA acontece, e que no instante do envio impede o dado sensível de sair, controla o acesso às ferramentas aprovadas e mantém os assistentes de IA sob limites. A Zamak Technologies opera essa camada sobre o arsenal de defesa que a sua empresa já usa, e começa por um autodiagnóstico gratuito da sua exposição atual à IA.
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Onde a política falha na prática
Governar no papel não impede o vazamento no teclado.
Veja quatro cenas comuns em que a boa intenção de uma política de IA não segura o risco no momento em que ele acontece. Nenhuma depende do tamanho da empresa nem de má-fé do funcionário: basta ter gente usando IA para trabalhar, e hoje todo mundo usa.
Um funcionário cola o contrato inteiro numa IA pública para resumir, e o dado sai da empresa.
Não é sabotagem, é pressa: alguém do jurídico cola um contrato confidencial para resumir, um desenvolvedor cola trechos de código proprietário para depurar, um vendedor cola a lista de clientes para escrever um e-mail. A intenção é boa, o resultado é o mesmo: o dado sensível saiu para um serviço de terceiros, muitas vezes numa conta pessoal que pode usar aquele conteúdo para treinar o próprio modelo. Uma política diz para não fazer isso; só uma camada técnica que reconhece o dado no instante do envio e o bloqueia impede que aconteça.
Cada um usa a IA que quer, na conta que quer, e ninguém sabe o quê nem onde.
Sem um acesso controlado, a IA na empresa vira uma feira: um usa um assistente de chat na conta pessoal, outro instala uma extensão que ninguém aprovou, um terceiro liga uma ferramenta de código à base da empresa. É a IA não-sancionada, o shadow AI, e ela cresce justamente onde não há visibilidade. Quando um incidente acontece, não há rastro de quem acessou o quê. Dar acesso unificado e controlado apenas às ferramentas aprovadas, com a identidade reforçada, é o que troca essa feira por uma porta única, vigiada e registrada.
Um assistente de IA que executa tarefas recebe uma instrução escondida e age contra a empresa.
Os assistentes de IA mais novos não apenas respondem: eles executam. Um copiloto que redige e-mails, um assistente de código que altera arquivos, um agente que consulta sistemas, todos agem com o mesmo nível de acesso do funcionário. O problema é que um texto malicioso escondido dentro de um e-mail, de uma página ou de um documento pode dar ordens a esse assistente, e ele obedece: é o prompt injection, que o OWASP classifica como o risco número um das aplicações de IA. Manter esses assistentes dentro de limites, e barrar a instrução maliciosa antes que seja obedecida, é uma proteção que nenhuma política escrita consegue oferecer.
O dono aprova a política de IA, sente que resolveu, e no dia seguinte nada mudou no teclado.
Escrever a política é o passo que quase toda empresa dá, e é o passo que dá a falsa sensação de segurança. O documento é aprovado, circula por e-mail, todo mundo assina, e o dono risca o item da lista. Mas a política é uma promessa, não um controle: ela depende de cada funcionário lembrar dela, entendê-la e resistir à pressa, todos os dias, em cada colar. Basta um esquecimento para o vazamento acontecer. O que transforma a promessa em controle é a camada técnica que age sozinha, no instante do risco, e que ainda gera a prova de que a política está sendo cumprida, para o dono levar ao conselho, à auditoria e à seguradora.
As quatro cenas têm a mesma raiz: entre a regra e o risco há uma distância que só uma camada técnica preenche. Ver e governar o uso de IA é essencial, e prová-lo em auditoria também, mas nenhum dos dois age no segundo em que o dado sai. É esse segundo que a Defesa Ativa de IA cobre.
O que é a Defesa Ativa de IA
Não é mais uma política no papel. É a camada técnica que faz a política valer, no instante do risco.
A Defesa Ativa de IA é a camada de cumprimento técnico do uso de inteligência artificial na sua empresa. Ela age onde o uso acontece, no navegador e no dispositivo, e faz três coisas no momento certo: bloqueia, em tempo real, o envio de dado sensível para uma IA; controla o acesso, liberando apenas as ferramentas de IA aprovadas, com a identidade reforçada; e protege os assistentes de IA que executam tarefas, mantendo-os sob limites e barrando instruções maliciosas. A Zamak opera essa camada como serviço gerenciado, sobre o arsenal de defesa que a sua empresa já usa, e traduz o que ela faz em prova de cumprimento para o negócio.
Bloquear: impede o dado sensível de sair para a IA, em tempo real
No instante em que alguém tenta enviar um dado sensível para uma inteligência artificial, a camada reconhece o padrão do dado, um número de cartão, um documento, um trecho de código proprietário, e age: redige o trecho sensível ou barra o envio, antes que ele saia. Não é um relatório do que já vazou; é a mão que segura a porta no momento exato. E faz isso sem travar a equipe: o que é risco é bloqueado, o uso aprovado segue liberado.
Controlar: dá acesso apenas às ferramentas de IA aprovadas, com identidade reforçada
Em vez da feira de ferramentas em contas pessoais, um caminho único e controlado: a empresa passa a acessar as IAs aprovadas por uma porta que verifica quem entra e registra o que acontece. O uso migra do anônimo e disperso para o gerenciado e rastreável, e a IA não-sancionada, o shadow AI, perde o terreno onde crescia. É a diferença entre não saber quem usa o quê e ter, a qualquer momento, a resposta.
Proteger: mantém sob controle os assistentes de IA que executam tarefas
Os assistentes que agem, um copiloto de produtividade, um assistente de código, um agente que consulta sistemas, ganham poder na mesma medida em que ganham risco. A camada os mantém dentro de limites definidos, com o mínimo de acesso necessário e a devida separação, e barra a instrução maliciosa escondida em textos e documentos antes que o assistente a obedeça. É a proteção contra o risco que quase ninguém ainda enxerga: não o que a IA responde, mas o que ela executa.
Um ponto de honestidade que faz diferença: esta camada faz cumprir, não substitui a governança. Ela age no teclado, mas rende muito mais quando há uma política e um catálogo de ferramentas dizendo o que bloquear, o que é a Governança de Uso de IA, e quando há um registro de conformidade provando às auditorias que a regra é cuidada, o que é a Gestão de Conformidade. As três se somam: uma vê e governa, a outra prova, esta faz cumprir. A Defesa Ativa não torna a empresa segura sozinha; ela fecha a lacuna técnica que a política, por si, não fecha.
O que está incluído
A camada técnica que age no teclado e a operação da Zamak que a faz valer, juntas
A Zamak implanta e opera a camada de defesa de IA sobre o arsenal que a sua empresa já usa, ajusta o que bloquear conforme a sua política, responde aos alertas e entrega a prova de cumprimento em linguagem de negócio. Você ganha o controle que a política prometia, sem montar uma operação de segurança de IA própria.
A camada de cumprimento em tempo real
O controle que age no navegador e no dispositivo, no instante em que o uso de IA acontece.
- Bloqueio em tempo real do envio de dado sensível para inteligências artificiais, com reconhecimento do dado no instante do envio
- Redação seletiva do trecho sensível em vez de bloqueio total, para não travar o trabalho, com orientação ao funcionário no momento
- Acesso unificado e controlado apenas às ferramentas de IA aprovadas, com reforço da verificação de identidade
- Proteção dos assistentes de IA que executam tarefas: limites, mínimo acesso e governança das integrações que eles alcançam
- Defesa contra a injeção de instruções maliciosas (prompt injection) escondida em textos, páginas e documentos
- Cobertura no navegador e no dispositivo, onde o uso de IA realmente acontece, e não apenas na borda da rede
A operação gerenciada pela Zamak
A camada que implanta, ajusta, responde e transforma o cumprimento técnico em prova de negócio.
- Implantação sobre o arsenal de defesa de endpoint e monitoramento que a sua empresa já usa, sem trocar o antivírus ou o EDR
- Ajuste do que bloquear e do que liberar conforme a sua política de uso de IA, para o controle refletir as suas regras
- Monitoramento e resposta aos alertas de tentativa de vazamento e de instrução maliciosa, pela retaguarda da Zamak
- Relatório de cumprimento com a marca da Zamak, pronto para o conselho, a auditoria e a seguradora, sem exigir conhecimento técnico
- Prova de que a política está sendo cumprida na prática, o que a governança define e a auditoria cobra, e a defesa técnica executa
- Um ponto de contato único, ao lado da sua equipe, e a ponte para as camadas de governança e conformidade quando você quiser
Por dentro da camada
Como o cumprimento acontece, por dentro
Para quem quer o detalhe: é assim que a camada age no momento do risco, do reconhecimento do dado ao controle dos assistentes que executam, sempre sobre o arsenal que a Zamak já opera na sua empresa.
Onde o cumprimento age: no navegador e no dispositivo
O uso de IA acontece no navegador e nos aplicativos do dispositivo, e é exatamente ali que a camada precisa estar, não na borda da rede, onde o conteúdo já vai cifrado e ilegível. A camada se instala como uma extensão gerenciada nos navegadores da empresa e um componente leve no dispositivo, distribuídos de forma centralizada, sem exigir que o usuário configure nada. Assim, ela enxerga o conteúdo antes de ele sair e pode agir no instante do envio, coisa que um filtro de rede não consegue fazer.
Bloqueio de conteúdo em tempo real, com redação e orientação
O núcleo é a inspeção do conteúdo no momento em que ele seria enviado para uma IA. A camada reconhece padrões de dado sensível, dados pessoais, números de cartão, segredos e trechos de código proprietário, e, em vez de simplesmente barrar tudo, aplica a resposta certa: redige apenas o trecho sensível e deixa o resto passar, ou bloqueia o envio, conforme a política. E orienta o funcionário no instante, explicando por que aquilo foi barrado, o que troca a punição por aprendizado e mantém a produtividade de pé. Essa é a função conhecida como DLP de IA: a prevenção de perda de dados aplicada ao conteúdo enviado para inteligências artificiais.
Acesso controlado e identidade reforçada
A camada dá acesso apenas às ferramentas de IA aprovadas, por um caminho que verifica quem é a pessoa antes de liberar. Isso tira a IA das contas pessoais e das extensões não aprovadas, onde não há rastro nem controle, e a traz para um acesso corporativo gerenciado, no qual a empresa sabe quem usa o quê e registra cada acesso. Reforçar a identidade nesse ponto é o que garante que só quem deve alcance as ferramentas certas, e é a base para atribuir qualquer uso a uma pessoa.
Proteção dos assistentes que executam: limites e mínimo acesso
Um assistente que executa tarefas age com o acesso de quem o comanda, e é aí que mora o risco maior. A camada aplica o princípio do mínimo acesso: cada assistente opera dentro de limites definidos, com a menor permissão necessária, isolado do que não precisa alcançar, e sob governança das integrações e ferramentas que ele pode acionar. Assim, um erro ou um desvio de um assistente não vira um incidente de grande alcance, porque o raio de ação dele já estava contido de antemão.
Defesa contra a instrução maliciosa (prompt injection)
O prompt injection é o risco número um das aplicações de IA segundo o OWASP, e funciona assim: um texto malicioso escondido dentro de um e-mail, de uma página web ou de um documento dá ordens ao assistente de IA, que as obedece como se viessem do usuário. A camada inspeciona o que chega ao assistente e barra essas instruções antes que sejam executadas. Vale tanto para os assistentes prontos que a equipe usa quanto para as aplicações de IA que a própria empresa constrói, protegidas por uma camada de inspeção entre o aplicativo e o modelo.
Roda sobre o arsenal que a Zamak já opera, sem rip-and-replace
Aqui está a vantagem prática que poucos oferecem: a Defesa Ativa de IA não exige trocar o seu antivírus, o seu EDR ou o seu monitoramento. Ela se soma ao que você já tem, dentro do mesmo ecossistema de defesa que a Zamak implanta e opera, o que significa implantação mais rápida, uma operação só e nenhuma migração dolorosa. Uma nota de honestidade: a camada reduz o risco em tempo real, mas não é uma garantia de zero incidentes, e age sobre o padrão do dado sensível e o destino, não sobre a vida digital do funcionário.
A tecnologia de defesa de IA por trás desta camada é de uma referência internacional em segurança, o mesmo ecossistema de segurança que a Zamak implanta para proteger endpoints, com ferramentas certificadas em SOC 2 Type II, ISO 27001, HIPAA e PCI-DSS.
A camada age sem parar; a Zamak implanta sobre o que você já tem, ajusta o que bloquear conforme a sua política, responde aos alertas, entrega a prova de cumprimento em linguagem de negócio e é a sua ponte para as camadas de governança e conformidade quando você quiser dar o passo seguinte.
Leve esta documentação para apresentar a quem decide.
A comparação
Fazer cumprir com uma camada técnica, ter só a política no papel, ou confiar na boa vontade
Há três formas de lidar com o uso de IA na sua empresa: uma camada técnica que faz cumprir a política no instante do risco; ter só a política escrita, que diz o que fazer mas não age; ou confiar que cada funcionário vai se lembrar da regra e resistir à pressa, todos os dias. A comparação é entre formas de fazer a política valer na prática. A coluna da Zamak lista apenas o que a Zamak entrega ao cliente.
O dado sensível é impedido de sair para a IA
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Sim, bloqueado ou redigido em tempo real
Só a política no papel
Não; a folha não age no teclado
Confiar na boa vontade
Não; depende de cada um lembrar
O assistente que executa fica sob limite
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Sim, mínimo acesso e isolamento
Só a política no papel
Fora do alcance de um documento
Confiar na boa vontade
Não; age com acesso total
A instrução maliciosa é barrada antes de obedecida
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Sim, inspeção do que chega ao assistente
Só a política no papel
Não previsto pela política
Confiar na boa vontade
Ninguém percebe até o dano
O acesso às IAs é controlado e com identidade
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Sim, só as ferramentas aprovadas, com rastro
Só a política no papel
A regra pede, mas não impõe
Confiar na boa vontade
Cada um usa o que quiser, sem rastro
Prova de que a política foi cumprida
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Sim, evidência de cumprimento para auditoria e seguradora
Só a política no papel
Só o documento, sem prova de execução
Confiar na boa vontade
Nada para mostrar
Esforço para ter isso
A escolha da Zamak
Defesa Ativa de IA
Assinatura previsível; roda sobre o arsenal já implantado
Só a política no papel
Uma reunião e um PDF, sem execução
Confiar na boa vontade
Parece de graça, até o vazamento
Comparação entre formas de fazer a política de IA valer (uma camada de cumprimento técnico, apenas a política escrita e nenhum controle). A coluna da Zamak lista apenas o que a Zamak entrega ao cliente. A política e a governança são necessárias e continuam: elas dizem o que bloquear, e a Defesa Ativa é o que faz cumprir.
Risco, impacto e resposta
Para cada risco no uso de IA, uma resposta técnica que age no instante certo
Funcionário cola dado sensível numa IA pública
Vazamento imediato e irreversível, com exposição legal e à reputação
Como a Defesa Ativa responde
Bloqueio ou redação em tempo real, no instante do envio
Instrução maliciosa escondida desvia um assistente de IA
Ação não autorizada executada com o acesso do usuário
Como a Defesa Ativa responde
Inspeção que barra a instrução maliciosa antes de ser obedecida
Assistente executa tarefas com acesso irrestrito
Um único erro vira um incidente de grande alcance
Como a Defesa Ativa responde
Mínimo acesso, limites, isolamento e governança das integrações
Acesso pessoal e não controlado às ferramentas de IA
Shadow AI sem rastro de quem acessou o quê, e dado treinando modelo de terceiro
Como a Defesa Ativa responde
Acesso unificado e controlado, só às ferramentas aprovadas, com identidade reforçada
Em 2025, 16% das violações de dados envolveram atacantes usando IA, segundo a IBM. A Defesa Ativa reduz o risco em tempo real e gera a prova de cumprimento, ao lado das camadas de governança e conformidade.
Para cada decisor
O que fazer a política de IA valer significa para quem decide
Transformar a política de IA de uma folha de regras num controle que age no teclado resolve uma dor diferente para cada papel na empresa.
Sócio e proprietário
A regra que você aprovou finalmente age sozinha, e você tem a prova
Você aprovou uma política de uso de IA e sentiu que tinha resolvido, mas no fundo sabe que ela depende de cada funcionário lembrar dela, todos os dias. A Defesa Ativa tira esse peso das costas de todo mundo: o controle age sozinho no instante do risco, sem depender da memória nem da boa vontade de ninguém. E, o que mais importa para você, gera a evidência de que a política está sendo cumprida na prática, o documento que você leva ao conselho, à auditoria e à seguradora quando eles perguntam como a empresa protege os dados diante da IA. É a diferença entre esperar que dê certo e poder demonstrar que está dando.
Diretoria, gestão e conformidade
A prova de que a política é cumprida, não só de que existe
Um auditor, um cliente ou uma seguradora não pergunta se você tem uma política de IA; pergunta se ela está sendo cumprida. Ter o documento não basta, é preciso mostrar que a regra age na prática. A Defesa Ativa entrega essa evidência: o registro de que os envios de risco foram bloqueados, de que o acesso às IAs é controlado e de que os assistentes estão sob limite. É o que transforma a conformidade de IA de uma promessa num fato demonstrável, e o que sustenta a resposta quando alguém cobra prova, e não intenção.
Líder de TI e segurança
Um reforço que roda sobre o que a sua equipe já conhece, sem mais uma ferramenta solta
Você sabe que a política de IA precisa de dentes técnicos, mas montar e operar mais uma plataforma de segurança, com mais um console e mais um fornecedor, é um peso que a sua equipe não tem tempo de carregar. A Defesa Ativa roda sobre o mesmo arsenal de defesa de endpoint e monitoramento que você já usa, sem trocar o antivírus nem o EDR, e é operada pela Zamak como reforço da sua equipe, nunca no lugar dela. Você ganha o cumprimento técnico que faltava e o poder de fazer a política valer, sem herdar mais uma ferramenta solta para administrar.
Parceiro de TI
Uma defesa de IA para a sua oferta, operada nos bastidores
Adicione à sua oferta uma camada de defesa de IA que age no teclado do cliente, sem montar uma operação de segurança de IA própria. A Zamak implanta e opera o cumprimento técnico nos bastidores, sobre o arsenal já instalado, e entrega o resultado com a sua marca ou a nossa; você conduz a conversa, e a relação com o cliente continua sendo sua. É também a porta de entrada para projetos maiores de governança e cibersegurança, porque a defesa de IA é a dor do momento e abre a conversa.
Por que a Zamak
Fazer cumprir exige operar a tecnologia todo dia, não só instalá-la
A Zamak Technologies não entrega uma ferramenta para você configurar e esquecer. Ela implanta a camada de defesa de IA sobre o arsenal que a sua empresa já usa, ajusta o que bloquear conforme a sua política, responde aos alertas de tentativa de vazamento e de instrução maliciosa, e traduz tudo em prova de cumprimento para o negócio. É cumprimento operado, não uma promessa de recurso: o que transforma uma política no papel em controle que você pode demonstrar ao conselho, à auditoria e à seguradora.
São anos de experiência cuidando da TI de empresas, com especialistas que atendem em português, inglês e espanhol. É a sua retaguarda para fazer a política de IA valer no teclado, sobre o mesmo arsenal que já protege a sua operação, e o seu ponto de contato, ao lado da sua equipe, nunca no lugar dela.
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Camada de defesa de IA sustentada por uma referência internacional em segurança, com ferramentas certificadas em SOC 2 Type II, ISO 27001, HIPAA e PCI-DSS.
Perguntas frequentes
O que as empresas perguntam antes de contratar
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Vamos conversar
Enquanto você lê isto, alguém na sua empresa pode estar colando um dado crítico numa IA, e nada está impedindo.
A injeção de instruções maliciosas é o risco número um das aplicações de IA segundo o OWASP, e 16% das violações de dados em 2025 já envolveram atacantes usando IA, segundo a IBM. Uma política no papel não age no instante em que o dado sai; a Defesa Ativa de IA age. Fale com a Zamak e transforme a sua política de IA num controle que impede, em tempo real, o vazamento e a ação maliciosa, rodando sobre o arsenal que a sua empresa já usa, com a prova de cumprimento pronta para o conselho, a auditoria e a seguradora.
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